Não é um banco de questões com um app em volta. É um ciclo: questão com procedência, validação antes de publicar, treino que segue seu erro e revisão que volta na hora de fixar.
O acervo tem 2.798 questões de provas do ENEM já aplicadas, de 2009 a 2024 — dezesseis provas completas. As questões novas não são inventadas do zero: nascem de um texto que já saiu em prova, e a referência fica registrada junto.
Questão nova entra no banco marcada como não publicada. Para ser liberada, alguém precisa resolvê-la do zero, sem ver o gabarito. Se a resposta não bate com o gabarito registrado, ela não é publicada — volta para revisão.
Seu desempenho não é uma média só. Ele é medido nos mesmos dois eixos que o ENEM usa: o subtema (o assunto) e a habilidade (o que você precisa saber fazer com ele). Errou em um ponto, esse ponto passa a aparecer mais.
Errar e seguir em frente é como não ter estudado. O Provya usa repetição espaçada (FSRS) para trazer de volta o que você errou pouco antes de você esquecer — que é o momento em que a revisão realmente fixa.
Saber que você acertou 62% não diz o que fazer amanhã. A tela de evolução mostra o domínio por habilidade da matriz, para você enxergar onde está o buraco e atacar ele.
Preferimos que você saiba antes de baixar do que descubra depois.
Não temos. É a parte da prova que mais pesa e não vamos fingir que resolvemos — quando existir, vai ser porque funciona.
O Provya treina e diagnostica; não substitui a aula. Ele mostra onde você trava para você buscar a explicação certa.
Grátis, sem cartão, e a primeira questão aparece em menos de um minuto.